Palace Hotel - Caxambu

domingo, 25 de setembro de 2016

CAXAMBU A SENTINELA DE ESPERANÇA – UMA CAMPANHA POLÍTICA MEMORÁVEL.

É TEMPO DE FALAR DE POLÍTICA!
CAXAMBU A SENTINELA DE ESPERANÇA – UMA CAMPANHA POLÍTICA MEMORÁVEL.
by José Celestino Teixeira.

Como introito ao assunto principal, sempre necessário se faz uma ambientação do leitor às circunstâncias dos fatos a serem narrados.
Evidente, que a memória é fraca nos seres humanos e é falha.
Assim qualquer esquecimento não é fruto de desatenção, mas, pura limitação da idade, que embora não sendo avançada é passível de esquecimentos.
Mas vamos ao que interessa: A Política como determinação da vida de todos quer queiram quer não.
Baldados os avanços conquistados em todos os campos do desenvolvimento (Arquitetura, Música, Expansão de Fronteiras Geográficas e Ideológicas), os Anos JK haviam fechado um ciclo.
Concebeu-se Brasília como Milagre no Planalto Central.

Copa de 1954 - Jogadores da seleção almoçando com Juscelino Kubitschek 
no Palace Hotel de Caxambu  - Foto: Acervo Palace Hotel

O desenvolvimento da indústria siderúrgica ancorada pela construção de hidrelétricas no São Francisco e, no Rio Grande tornavam realidade o sonho de Juscelino.
A implantação da indústria automobilística dando maior mobilidade ao país geraria empregos que a nação tanto necessitava.
Havia no ar um sonho de liberdade, ainda que utópico.
Findo o ciclo o país se agitava com a possível posse de João Goulart à presidência.
Como numa antecipação que, hoje seria reconhecidamente avançada, o Vice-presidente cometeu um erro imperdoável aos olhos do Tio Sam ao visitar a China de Mao Tse-Tung.
A Guerra Fria, não permitiria a um político da América do Sul (curral dos States) a ousadia de receber congratulações de Chefe de Estado na China.
Nem tão pouco a condecoração do Guevara (El Tchê), pelo então presidente Jânio Quadros (aquele da vassourinha) traria satisfação aos da Direita.
A crise econômica aliada a crise política e social sacudia o pais em palanques e passeatas.
O Golpe era Iminente.
E foi assim que em 31 de Março de 1964, as Tropas tomaram as Ruas.
Prisões e cassações políticas com fechamento do Congresso Nacional deram o tom da Parada.
O General Castelo Branco assume a chefia do Estado Brasileiro e ao longo de todo período revolucionário os militares governariam através dos Atos Institucionais (AI’s).
O pluripartidarismo até então vigente deu lugar ao bipartidarismo : ARENA & MDB.
Por sua vez, o partido governista para acomodar os políticos fisiologistas que fugiam da oposição para cair nos braços do Poder, não se fez de rogada.
Tratou de criar a ARENA 1 e a ARENA 2.
Na primeira abrigaram as elites políticas do país em torno dos Militares das três a armas e, os civis egressos principalmente da UDN, que fora derrotada no passado por JK.
O velho PSD , PTB e PR morreram sufocados pela intolerância dos novos Comandantes do Poder.
Em Minas, Barbacena a cidade dos loucos e das flores assumiu a hegemonia política no Estado.
De uma lado na ARENA 1, os Andradas (Bonifacio Andradas descendentes de Antônio Carlos).
De outro na ARENA 2, Bias Fortes.
“Chrispim Jacques Bias Fortes - Seguiu a mesma trajetória de seu avô e seu pai como advogado, produtor rural e político atuante, sobre tudo na região de Barbacena. Eleito Deputado Federal por 8 mandatos consecutivos (1951 a 1983). Advogado de carreira do Banco do Brasil, foi também Secretário de Estado por 3 vezes.
Filho de José Francisco Bias Fortes e Francisca Tamm Bias Fortes. Bacharel em Direito em 1944 na Universidade Federal de Minas Gerais, atuou no escritório de advocacia do pai até filiar-se ao PSD e disputar, sem sucesso, a prefeitura de Barbacena em 1947, mesmo ano em que seu pai foi derrotado por Milton Campos na disputa pelo governo estadual. Eleito deputado federal em 1950, 1954, 1958 e 1962, migrou para a ARENA após a outorga do bipartidarismo pelo Regime Militar de 1964 via Ato Institucional Número Dois, licenciando-se para ocupar a Secretaria de Segurança em 1966 nos primeiros meses do governo Israel Pinheiro, cargo do qual se afastou para prosseguir sua carreira política.
Reeleito em 1966 e 1970, integrou o diretório estadual e foi vice-presidente nacional (1972-1974) da ARENA. Preterido na escolha do governador de Minas Gerais pelo presidente Ernesto Geisel, foi reeleito em 1974 e pediu licença para assumir a Secretaria de Obras no governo de Aureliano Chaves, conquistando o seu oitavo mandato consecutivo de deputado federal em 1978. Após a reforma partidária empreendida pelo presidente João Figueiredo filiou-se ao PDS e foi presidente do partido em Minas Gerais.”
“Na ARENA 1, Bonifácio José Tamm de Andrada , mais conhecido como Bonifácio Andrada ou ainda Bonifácio de Andrada, é um advogado, jornalista, cientista político, professor universitário e político brasileiro. Bonifácio mantém um mandato parlamentar há 60 anos ininterruptos.
Bonifácio é filho de José Bonifácio Lafayette de Andrada e de Vera Raymunda Tamm de Andrada. Descendente direto, por parte de pai, do estadista José Bonifácio de Andrada e Silva.
Foi candidato a vice-presidente da República do Brasil na Eleição presidencial de 1989 na chapa de Paulo Maluf tendo esta chapa obtido 5.986.575 votos ficando em 5° lugar atrás do vencedor Fernando Collor de Mello, de Luiz Inácio Lula da Silva, de Leonel Brizola e de Mário Covas e derrotando nomes conhecidos como o de Ulysses Guimarães, Aureliano Chaves e Enéas Carneiro.
O peso e o prestígio dos Andradas remota anos: Antônio Carlos Ribeiro de Andrada nascido em Barbacena-MG foi um político brasileiro, prefeito de Belo Horizonte, presidente da Câmara dos Deputados do Brasil, senador da República, presidente da Assembléia Nacional Constituinte de 1932-1933, ministro de estado e presidente do estado de Minas Gerais.
Da terceira geração dos Andradas e quarto político deste nome, era bisneto de José Bonifácio de Andrada e Silva - o Patriarca da Independência, neto do Conselheiro Martim Francisco Ribeiro de Andrada e sobrinho de José Bonifácio, o Moço.
Seu pai, deputado geral e senador estadual por Minas Gerais, Antônio Carlos Ribeiro de Andrada, mudou-se de São Paulo para Barbacena na segunda metade do século XIX para casar-se com D. Adelaide Feliciana Lima Duarte, irmã do Visconde de Lima Duarte e bisneta do inconfidente José Aires Gomes, consórcio este que deu origem ao ramo mineiro dos Andradas.
Durante o período Revolucionário de 64, as Estâncias Hidrominerais e climáticas de Minas e do Brasil, juntamente com as capitais dos Estados perderiam a autonomia política. Seus prefeitos eram nomeados por Atos do Então Governador dos respectivos Estados, com aval do Governo Militar.
Assim Caxambu, São Lorenço, Lambari, Cambuquira, Poços de Caldas, Araxá , Patrocínio e outras cidades mais, não elegiam seus Prefeitos.
Eram todos nomeados.
Aqui, as duas Arenas tinham lideres diversos. A ARENA 1 era capitaneada pelo Dr. Acácio Almeida, com grande hegemonia de Dna Ruth, a Matriarca da Família.
Incontestável a capacidade política do casal Almeida na condução dos destinos políticos da cidade e microrregião do Circuito das Águas.
Tanto assim, que o Solar dos Almeida, ainda existente nas cercanias do Palace Hotel recebi a visita constante do Vice-presidente Aureliano Chaves, dos Andradas de Barbacena, do todo poderoso Eliseu Resende o homem do DNER e, de inúmero generais que vinham bebericar do prestígio político da família egressa das fileiras da velha UDN, partido de Milton Campos e que abrigava as elites rurais e intelectuais do Estado.
Uma palavra de Dna Ruth tanto nomeava Diretores de Escolas, Inspetores Escolares, delegados de polícia, chefes de repartições públicas e até juízes e promotores. Pedido dela era Ordem, para aos políticos mais influentes da Republica.
De outro lado a ARENA 2, fisiológica, mas não tão poderosa quanto a primeira.
Na guia, a ARENA 2, em Caxambu tinha no poder Clerical a figura do saudoso Padre Castilho, a seriedade do Hélio, a firmeza e a dignidade do Mario (Escrivão de Polícia), a perspicácia do Chico (Titular de Cartórios) e a juventude dos Irmãos Coragem : o meu amigo Palmirinho e o Celinho Castilho (pau pra toda obra).
A ARENA 1, em determinado período da historia política local nomeou Dr. Caio Almeida, como interventor/prefeito.
Pessoa de fino trato, amante inveterado da natureza, culto, inteligente e de amabilidade incomum.
Além de Trovador e poeta.
Depois, por entendimentos de cúpula, num rodízio de poder, a ARENA 2 nomeia Francisco Castilho, também, como Interventor/Prefeito.
A partir de 1966 surgiram os governadores biônicos, prefeitos biônicos em certas categorias de municípios e até senadores biônicos. No caso dos senadores, o termo "biônicos" derivou também do Pacote de Abril de 1977, que alterou as regras para o pleito de 1978. Nele, cada estado escolheria um nome pela via indireta na renovação de dois terços das cadeiras mediante votação de um colégio eleitoral, o que deu à ARENA 21 das 22 cadeiras em jogo impedindo a repetição da rotunda vitória do MDB em 1974. Na disputa pelas vinte e três vagas a serem preenchidas por voto direto[4] os arenistas conquistaram quinze. No total o placar das eleições para a Câmara Alta do parlamento foi de trinta e seis a nove para o governo.
Em Minas, o Senador Biônico Murilo Badaró provavelmente pesou na indicação política do Francisco Castilho, os quais eram amigos.
Embora tivessem a mão forte do governo Federal, os prefeitos biônicos em sua maioria não dispunham de recursos financeiros suficientes para incrementarem o desenvolvimento de sues Município. Afinal, o ato de nomeação os tolhia de afrontar diretamente o Poder Central.
Gozavam de prestígio político, mas não de autonomia. Vez ou outra conseguiam uma nomeação pra este ou aquele correligionário, uma verba da educação, um posto de saúde, a construção de uma escola ou a presença de um político famoso nos palanques em que se comemoravam o Dia da Pátria ou o aniversário da Cidade.
O Turismo andava de “pires na mão” arrecadando nos Hotéis e no comércio local, parcos recursos para as atividades a serem incrementadas.
Em 20 de dezembro de 1979, pela lei nº 6.767, o multipartidarismo foi restaurado no Brasil e as associações políticas existentes extintas: "Ficam extintos os partidos criados como organizações, com base no Ato Complementar nº 4, de 20 de novembro de 1965, e transformados em partidos de acordo com a Lei nº 4.740, de 15 de julho de 1965, por não preencherem, para seu funcionamento, os requisitos estabelecidos nesta Lei". Mesmo assim, a lei fazia proibição de "coligações com outros partidos para as eleições à Câmara dos Deputados, às Assembléias Legislativas e Câmaras Municipais" e de "arregimentação de filiados ou adeptos, com base em (...) sentimentos de classe". Os partidos permitidos seriam os que contassem com "10% de representantes do Congresso Nacional".
A ARENA foi rebatizada de Partido Democrático Social (PDS). Mais tarde, um grupo de políticos do PDS abandonou o partido e formou a "Frente liberal", a qual, depois, tornou-se o Partido da Frente Liberal (PFL), atual DEM. O PDS, posteriormente, mudou o seu nome para Partido Progressista Renovador (PPR), e depois para Partido Progressista Brasileiro (PPB), que hoje se chama Partido Progressista (PP).
O bipartidarismo gerou, no Brasil, de 1966 a 1979, duas correntes políticas, a situacionista formada pela ARENA e a corrente oposicionista formada pelo Movimento Democrático Brasileiro (MDB). A ARENA era chamada de "A situação" e o MDB de "A oposição".
“Em 1973, ocorre a crise do petróleo, a alta dos preços e a inflação. A ARENA sofre, então, sua maior derrota nas eleições de 15 de novembro de 1974.
A derrota da Arena em 1974 foi inesperada: O MDB temendo nova derrota eleitoral em 1974, como aquela sofrida em 1970, não se arriscou a lançar seus líderes mais importantes como candidatos ao Senado Federal, colocando-os como candidatos à Câmara dos Deputados onde a eleição era menos disputada. Assim, Ulisses Guimarães não se candidatou ao Senado, nem Tancredo Neves, nem Thales Ramalho, abrindo espaço para jovens políticos como o prefeito de Campinas Orestes Quércia, o prefeito de Juiz de Fora Itamar Franco e o também jovem Marcos Freire, que acabaram sendo eleitos senadores por São Paulo, Minas Gerais e Pernambuco respectivamente. Em 1974, o MDB elegeu 17 senadores e a ARENA apenas 6, estando em disputa, apenas uma vaga de senador em cada estado.
Para as eleições de 1974, o presidente Geisel liberou os debates na televisão, e, em São Paulo, onde a televisão já atingia quase todos os municípios, o histórico debate entre Orestes Quércia e o candidato da ARENA ao Senado, o ex-governador Carvalho Pinto, tido como franco favorito, foi decisivo para a vitória do MDB.
Isso fez com que Geisel voltasse atrás, e, pela Lei Falcão, (lei nº 6.339, de 1 de julho de 1976), nas eleições de 1978, os candidatos podiam apenas apresentar sua fotografia na televisão. O MDB teve a maioria dos votos em 1978, mas continuou em minoria no Congresso Nacional, especialmente pela força que a ARENA tinha nos pequenos municípios. Isto fez com que o MDB, (chamado, depois de 1980, de PMDB), usasse, a partir de então, a estratégia de atrair arenistas para seus quadros. Assim, em 1982, o PMDB venceu a eleição para governador de Minas Gerais por ter tido como vice na chapa de Tancredo Neves, o ex-arenista Hélio Garcia, profundo conhecedor das pequenas cidades mineiras.
“Essa força da ARENA nos pequenos municípios levou o então presidente nacional do partido, Francelino Pereira, a classificar a ARENA como "o maior partido político do ocidente", e levou Tancredo Neves a chamar os pequenos municípios onde a ARENA sempre ganhava de "grotões".”
A Década de 80 então abre novas perspectivas para as Cidades Estâncias e, em Caxambu numa virada espetacular a oposição elege por voto direto pela Sigla do PMDB, o seu primeiro prefeito eleito, após 64: Isaac Rosental.
Um comerciante local de tradicional família de músicos antes de ser Eleito Prefeito sob aos palanques da cidade, quando na época contávamos com a presença de 05 Senadores da República, Governador de Estado, 20 deputados federais e, inúmeros outros estaduais, além de mais de 30 prefeitos da região.
Comício memorável aquele realizado pelo PMDB, no bairro do Caxambu/Velho: O Senador Itamar Franco, Renan Tito, Alfredo Campos, o Deputado Pimenta da Veiga, o saudoso Ferraz Caldas (já eleito pelo antigo MDB como Deputado Estadual) e tantos outros.
Do outro lado, a situação armava palanque na Praça Alfredo Pinto, na lateral da Igreja Matriz e contava no Palanque com a presença de Aureliano Chaves (vice-presidente), Francelino Pereira (Ex-governador), Eliseu Resende (DNER), Murilo Badaró (Senador Biônico), além de inúmeros deputados federais e estaduais, bem como de diretores e chefes de repartições públicas federais e estaduais.
Aquilo era uma Batalha, mas, a Guerra nos venceríamos com a eleição de Isaac Rosental, a prefeito da cidade, em 1985.
Três anos em Trinta mudamos a cara da cidade.
Calçaram-se ruas e bairros, cuidou-se do transporte coletivo com ônibus circular servindo todos os bairros, expandiu a rede de iluminação pública levando-se Luz a lugares antes no apagão, desapropriamos inúmeros imóveis para construção de escolas, ruas e avenidas.
O Parque das Águas foi revitalizado e a Copasa dotou a cidade de água e esgoto em praticamente todos os bairros (controle de doenças e endemias), o índice de qualidade de vida deu um Salto, a mortalidade infantil reduziu em 70% e a frequência escolar dobrou.
Construíram-se casas populares para a população de baixa renda e o cidadão cxambuense cultuava orgulho de sua cidade.
Inúmeras festas e acontecimentos culturais.
A cidade recebeu mais de 10 Reitores de Universidades e médicos para o Redescobrimento de Nossas Águas Minerais e o Renascimento do Termalismo. Inúmeras palestras e mesas-redondas no IV ENCONTRO A FORÇA DAS ÁGUAS, em 1987, com o apoio da Sociedade Brasileira de Termalismo - SBT deram novo alento ao estudo e pratica a Crenoterápia (Cronologia – ciência que estuda a aplicação terapêutica das Águas Minerais).
Em seu aniversário a cidade recebeu com emoção a Esquadrilha da Fumaça e seus Aviões Tucanos, a Banda dos Fuzileiros Navais e Shows memoráveis com a presença do Kid Abelha, Erasmo Carlos, Titãs e tantos outros artistas de renome internacional.
Caxambu respirava confiança e alegria, quando os filhos da terra voltavam à cidade tinham orgulho dela.
Tudo era festa e desenvolvimento.
Ser Caxambuense era orgulho de muitos.
Depois, Isaac elegeu seu Sucessor e Marcus Gadben ancorado pelo Governador Newton Cardoso e o Secretário de Estado Maurício Guedes realizaram o Sonho de construção da Avenida Beira Bengo, acalentado por anos e anos.
No primeiro mandato Marcus Gadbem soube dar continuidade ao surto de progresso que a cidade respirava naqueles dias.
Verdade que podem ter ocorrido erros, mas nenhum deles supera o Progresso e o surto de desenvolvimento real, que a cidade experimentou em Duas Décadas de franco progresso.
Hoje os tempos mudaram.
Vivemos um novo tempo, cujo fantasma da Crise espanta a Esperança de Todos.
Porém, plagiando o poeta chileno Pablo Neruda olhemos no retrovisor do Tempo e concordemos com ele:
CONFESSO QUE VIVI!
(Fonte de Consultas Históricas : Wikipédia, a enciclopédia da Net)


sábado, 24 de setembro de 2016

TSE - Eleições 2016: verifique a situação do registro de seu candidato no sistema DivulgaCandContas

Eleições 2016: verifique a situação do registro de seu candidato no sistema DivulgaCandContas



O DivulgaCandContas é o sistema responsável pela divulgação das candidaturas e das prestações de contas dos candidatos e dos partidos políticos em todo o Brasil. Por meio desse sistema, é possível consultar o quantitativo de candidaturas e verificar a situação de cada candidato, assim como todos os seus dados, segundo foram informados à Justiça Eleitoral.

Ao consultar a situação do registro de algum candidato, o usuário vai se deparar com algumas informações. “Cadastrado” representa a situação de todos os pedidos de registro de candidatura recebidos pelo sistema. Na prática, significa que o pedido foi protocolado dentro do prazo e recebido pela Justiça Eleitoral.

Após o cadastro, o pedido de registro pode ser classificado como: “Aguardando Julgamento”, ou seja, quando o pedido foi recebido pela Justiça Eleitoral, mas as informações ainda não foram analisadas pelo juiz responsável.

Depois de julgado pelo juiz eleitoral, o pedido de registro de candidatura pode ser classificado como: “Deferido”, quando o candidato atende a todas as condições impostas pela legislação; “Deferido com Recurso”, quando o pedido de registro de candidatura foi julgado procedente, mas houve a interposição de recurso contra a decisão; “Indeferido”, quando o pedido de registro é julgado improcedente em virtude de o candidato não atender às condições impostas pela legislação; e “Indeferido com Recurso”, quando o candidato que teve o pedido de registro negado e entra com recurso contra tal decisão.

Outras classificações

O candidato é considerado “Apto” quando se encontra habilitado para ser votado na urna eletrônica. Para que os candidatos cujos pedidos que se encontram na situação “aguardando julgamento” não fiquem de fora da disputa, a Justiça Eleitoral os insere em uma outra situação, “pendente de julgamento”. Isso ocorre porque existem prazos para a inclusão dos dados dos candidatos na urna eletrônica.

É considerado “Inapto” quando não está habilitado para ser votado na urna eletrônica. Nesse último caso, se o eleitor digitar o número desse candidato na urna, o voto será considerado nulo.

Caso um candidato renuncie à sua candidatura, o sistema vai apresentar a informação “Renúncia” junto do nome do candidato, indicando que sua desistência já foi homologada pelo juiz eleitoral. O sistema apresenta “Cancelado” quando o candidato teve seu registro cancelado pelo partido político. “Falecido” vai aparecer quando o candidato morrer antes das eleições. Nessa situação, o pedido de registro de candidatura será automaticamente cancelado pelo juiz eleitoral.

O sistema apresenta “Cassado” quando o candidato teve seu registro de candidatura cassado pela Justiça Eleitoral. Há ainda a possibilidade de o sistema informar que o candidato está “Cassado com Recurso”, o que significa que o candidato que teve seu registro da candidatura cancelado pelo partido ingressou com recurso, mas que ainda não foi julgado.

Acesso livre

O sistema DivulgaCandContas é disponibilizado na internet para todos os cidadãos. Para acessá-lo, não há necessidade de cadastro prévio ou autenticação de usuário.


JC/LC


Fonte: TSE

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Climatempo - 23/09

PREVISÃO DO DIA PARA CAXAMBU - 23/09




Sol e aumento de nuvens de manhã. Pancadas de chuva à tarde. À noite o tempo fica aberto





Fonte: Climatempo


quinta-feira, 22 de setembro de 2016

HÁ VAGA PARA FISIOTERAPEUTA NO HOSPITAL SÃO LOURENÇO

Hospital São Lourenço
HÁ VAGA PARA FISIOTERAPEUTA NO HOSPITAL SÃO LOURENÇO

O Hospital São Lourenço possui 01 (uma) vaga para FISIOTERAPEUTA, com ou sem experiência em unidades de terapia intensiva (UTIs) adulto ou neonatal.

ATÉ ÀS 17H DO DIA 26/09/2016 (segunda-feira), os currículos deverão ser:
- enviados através do e-mail curriculo@hospitalsaolourenco.com.br OU
- colocados no porta-currículos situado na entrada do Departamento Pessoal do Hospital (ao lado do Carnê).

Canta Brasil 2017 - Caxambu - Festival de Corais



Canta Brasil 2017 
Festival Nacional de Corais
De 17 a 20 de agosto.


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Trabalhadores fazem ato em Belo Horizonte contra medidas de Temer

Do G1 MG
Trabalhadores fazem ato em Belo Horizonte contra medidas de Temer
Pela manhã, categorias se concentraram em mais de um ponto da cidade.
CUT diz que pauta é contra retirada de direitos anunciada pelo governo.


Trabalhadores de várias categorias participam de atos em Belo Horizonte nesta quinta-feira (22). Por volta das 11h, a Praça Sete, no hipercentro da capital mineira, foi fechada por um período. Manifestantes se reuniram no entorno do monumento Pirulito, nos cruzamentos das avenidas Afonso Pena e Amazonas. A manifestação é parte do dia nacional de paralisação convocado pela Central Única dos Trabalhadores em Minas Gerais (CUT-MG).

De lá, seguiram para a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), onde vão participar de uma audiência pública à tarde. Durante o trajeto, seguiram pela Avenida Olegário Maciel e o deslocamento causou reflexos no trânsito em ruas do entorno.

No horário, segundo o presidente Israel Arimar, do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Belo Horizonte (Sindibel), cerca de mil pessoas participavam. No local, o ato foi iniciado pelos trabalhadores representados pela entidade, ganhando adesão de outras categorias. A Polícia Militar (PM) não informou o número de manifestantes. Segundo a (CUT-MG), o dia de paralisação é contra medidas propostas pelo governo do presidente Michel Temer (PMDB), como as reformas trabalhista, previdenciária e fiscal.

"Em todo o país, haverá atos de rua para protestar contra as reformas da Previdência e Trabalhista, o desmonte do Sistema Único de Assistência Social, a privatização da saúde, da educação, venda das estatais, a ampliação da terceirização, prevalência do negociado em detrimento da legislação, que garante direitos trabalhistas, a PEC 241, o PLP 257, o sucateamento do serviço público, a política de Estado mínimo e de arrocho salarial e o desemprego que aumenta no país e outras medidas inseridas na pauta neoliberal derrotada pelos brasileiros nas eleições presidenciais de 2014, em que querem jogar todo o peso da crise do capitalismo nas costas de trabalhadoras e trabalhadores”, diz comunicado da CUT-MG.

Pela manhã, também houve concentração de trabalhadores na Praça da Estação. De lá, um grupo seguiu até a Praça Sete. Professores se encontraram na Praça Afonso Arinos e ficaram na calçada, segundo a Empresa de Transporte e Trânsito de Belo Horizonte (BHtrans).


Trabalhadores da área da saúde se reuniram em frente ao Hospital Sofia Feldman, na Região Norte. O grupo levantou cartazes, um deles com a frase "abaixo o assédio moral".



Já no Anel Rodoviário, segundo a Polícia Militar, ocorreu concentração de funcionários dos Correios e de metalúrgicos, por volta das 6h.

Em Minas, segundo a central, participam da paralisação servidores municipais de Belo Horizonte, petroleiros e eletricitários em todo estado, rede estadual de educação, trabalhadores da saúde, Copasa e várias redes municipais de educação como Juiz de Fora, Ipatinga, Contagem, Betim, Esmeraldas, Ribeirão das Neves, Lagoa Santa, Vespasiano, Nanuque, Mário Campos, Espinosa, Inimutaba, Sete Lagoas, Jaíba, Ituiutaba, Caim Branco, Itaobim, Cordisburgo, Belmiro Braga, Viçosa, Turmalina, Caxambu, São Joaquim de Bicas e Brumadinho.

Fonte: G1

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Poesia premiada sobre Caxambu - Academia Caxambuense de Letras

Poesia premiada sobre Caxambu - Academia Caxambuense de Letras


A MAGIA dos REINOS


Correm águas borbulhantes,
sangue translúcido nutre vida.
Pulsa coração da Terra, impulsiona,
emerge e segue líquido precioso.
Um córrego traz seiva ao bosque,
molha junto a chuva o Reino a semear.
Caxambu é assim...
a cada olhar, mistérios afins.

Sutil o ar puro,
inspira Indra na natureza.
Homens se curam nos seus ares,
vida se cura em suas águas,
pássaros encantam em suas árvores,
harmonia sensível na simplicidade.
Caxambu é assim...
orquídeas, rosas e jasmins.
               
Aquela água que veio
floriu a minha casa.
Beija-flores, sanhaços e abelhas...
mensageiros de boas novas,
divulgam chamados dos céus,
sons, aromas e cores.
Caxambu é assim...
Cidade Reino, um jardim.

O silêncio e os sonhos das noites,
o sol clareia ao amanhecer.
Revendo a cidade e o Reino,
anjos trabalham no anoitecer.
Somente desfrutam tua leveza,
corações puros a se ver.
Caxambu é assim...
encanto, magia, pirlimpimpim.



Poesia de autoria de Horácio Netho, vencedora do Concurso "Caxambu: Poesia Entre Flores", realizado em julho de 2013 pela Academia Caxambuense de Letras. Foto do dia 25\07\2013, quando da divulgação do resultado e da premiação do Concurso na Câmara dos Vereadores de Caxambu-MG.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Agência Brasil - Candidatos não podem ser presos até a eleição de outubro

 Agência Brasil
Candidatos não podem ser presos até a eleição de outubro



Desde sábado (17), nenhum candidato às eleições municipais marcadas para 2 de outubro pode ser detido ou preso, a não ser que seja pego em flagrante cometendo crime. A medida de proteção é garantida pelo Código Eleitoral e serve para que autoridades policiais ou judiciais não cometam abusos na tentativa de interferir na disputa pelo voto.

Entre os casos que permitem a prisão em flagrante estão incluídos os crimes eleitorais, como a compra de votos.

Mesmo se houver prisão ou detenção em flagrante, o candidato deve ser levado imediatamente a um juiz, para que o magistrado avalie no mesmo momento a legalidade do ato.

Apesar da proteção, não é incomum que candidatos sejam presos mesmo durante este período especial de proteção, que começa a vigorar 15 dias antes de as urnas serem abertas.

Nas eleições de 2014, por exemplo, 80 candidatos foram presos somente no domingo de votação, a maior parte pela prática de boca de urna ou transporte irregular de eleitores até a seção eleitoral.

Fonte: Agência Brasil - Política
Edição: Juliana Andrade

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domingo, 18 de setembro de 2016

Crônica - Parabéns Caxambu - 115 Anos

Crônica
Parabéns Caxambu - 115 Anos 


Sérgio Luiz de Castro Pessoa   
Lendo a crônica de José Celestino Teixeira, retratando uma época de ouro de Caxambu, sob a ótica de um morador da cidade, e embora conhecendo lugares e alguns personagens mencionados, resolvi relembrar da "minha" Caxambu, vivenciada por alguem que passava 2 meses por ano de férias no paraíso.
Paraíso sim.
Devo dizer que tenho 68 anos, e, desde 1948, ainda na barriga de minha mãe, passei a frequentar religiosamente Caxambu, em Fevereiro e em Julho, até começar a trabalhar e restringir a um mes as minhas idas. No final da década de 70 nasceram meus filhos , que levei a Caxambu em todas as férias escolares.
Mas gostaria mesmo de recordar a Caxambu do final da década de 50, dos dourados anos 60 e início dos 70.
Uma época em que:
- Os jovens do Glória , Palace e Grande Hotel formavam uma única turma, pois não havia piscina nos hotéis, o lazer diurno sendo bàsicamente no Parque das Águas. Aliás, penso que a construção de piscinas nos hotéis foi o início da desintegração daquele espírito de unidade, que permitia ao Paganelli promover Gincanas e Jogos de Futebol na Funabem, entre veranistas ( como nós éramos chamados) e o pessoal da terra;
- O dia começava com passeios de cavalo com 40/50 participantes. Os cavalos ficavam virados para a calçada desde a esquina da rua do Hotel Lopes até a esquina da rua João Pinheiro, aguardando os "cavaleiros" e "amazonas" terminarem o Café da Manhã para iniciarem o passeio.
Normalmente os passeios eram guiados pelo Raé ( Israel seu nome) , charreteiro muito querido, e duravam em torno de 4 horas.
Os cavalos eram alugados do Nestor ( de longe a melhor tropa e tio do Fernandinho do Bosque), Zé Antão, Seu Mário, Seu Virgílio e outos)
- Após o passeio, os cavalos eram devolvidos na entrada do parque , e imediatamente se seguia para a piscina, local da paquera e onde era combinada a programação do restante do dia;
- Os mais velhos iam para o 307 ( R. João Pinheiro) ou para a Fonte do Alexandre ( R. Dr. Viotti) tomar aperitivos antes de almoçarem nos seus respectivos hotéis;
- Depois do almoço, a paquera continuava no Glória ou no Palace, um joguinho de sinuca, ou um programa tradicional: Cinema.
Cinema ao qual íamos quase sempre sem muita vontade de ver o filme, mas sobretudo para infernizar a vida do Tomé, que era o lanterninha do cinema, e certamente odiava aquela turma de bagunceiros;
- No fim de tarde, íamos comer pastel no Cid, ainda na João Pinheiro ao lado Ed. Anice, sempre com um grupo que incluía charreteiros amigos como o citado Raé, o Mico, o Vado e outros.
- E chegava a noite, em que pirralhos de 13,14 15,16 anos tinham que vestir um terno para jantar nos hotéis ( Glória, Palace e Grande Hotel) e depois irem para a boate.
Os jantares naqueles hotéis eram um verdadeiro desfile de modas , com as mulheres exibindo suas melhores jóias.
A cada ano, em dezembro, meu pai me levava para fazer dois ternos para as férias de fevereiro em Caxambu. Como eu estava em fase de crescimento , a cada março os dois ternos estavam sem uso, e no dezembro seguinte outros ternos eram encomendados;
- Existiam 2 boates.
A Boate Glória, realmente digna do nome, e a boate do Palace, que era o Salão do Café da Manhã (à direita da entrada, hoje sala de estar) , transformado em boate à noite.
Improvisação que não incomodava ninguem , todos se divertiam como se estivessem no Night and Day do Rio de Janeiro.
No Glória pontificava o grande garçon Colibri, que embora perturbado por nós o tempo todo, era no fundo um amigo nosso, com quem podíamos contar.
- O Carnaval era animado pela bandinha onde pontificavam o Isac Rosental , seu irmão Mário e o Lulu Barbeiro.
O Glória fazia 4 bailes de Carnaval, inesquecíveis para a geração que os frequentou.


Enfim, Grande Hotel, 307, Xodó, Chuá ( a melhor coxinha e croquete da cidade- Viva o Calil), Fonte do Alexandre, Boate do Glória, Pastelaria do Cid, bons cavalos para alugar ( os passeios acabaram porque as fazendas não permitem mais a passagem) , tudo isso acabou, e , infelizmente, nada foi substituído à altura dessa época gloriosa que relatei.


Para terminar , gostaria de fazer uma homenagem à saudosa Dona Annita Lopes, proprietária do Grande Hotel, e minha segunda mãe ( e ao grande e saudoso amigo Maurício Lopes), a quem meus pais me entregavam quando não podiam ir a Caxambu e eu não abria a mão de aí estar. Ela foi minha segunda mãe, e o Grande Hotel a minha segunda casa, até o seu fechamento em 2013.
A partir daí , depois de 65 anos , deixei de ir a Caxambu, é muito duro ver o Grande Hotel fechado e abandonado.

PARABÉNS CAXAMBU PELOS 115 ANOS !


Sérgio Luiz de Castro Pessoa   

sábado, 17 de setembro de 2016

Oportunidade de Emprego: - HÁ VAGA PARA ENFERMEIRA OBSTÉTRICA NO HOSPITAL SÃO LOURENÇO

Oportunidade de Emprego:
HÁ VAGA PARA ENFERMEIRA OBSTÉTRICA NO HOSPITAL SÃO LOURENÇO

O Hospital São Lourenço possui 01 (uma) vaga para ENFERMEIRA OBSTÉTRICA.
 






As enfermeiras interessadas deverão ter a Especialização (Pós-Graduação) em Enfermagem Obstétrica JÁ CONCLUÍDA.


ATÉ ÀS 17H DO DIA 23/09/2016, os currículos deverão ser:
- enviados através do e-mail curriculo@hospitalsaolourenco.com.br OU
- colocados no porta-currículos situado na entrada do Departamento Pessoal do Hospital (ao lado do Carnê).

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

NUM TEMPO EM QUE CAXAMBU FOI PURO XODÓ (CARINHO)

NUM TEMPO EM QUE CAXAMBU FOI PURO XODÓ (CARINHO)
By José Celestino Teixeira



O sábado que anoitecia na Boite Katakumba amanhecia sempre nas manhãs domingueiras da Lanchonete Xodó, aquela que ficava na Rua João Pinheiro anexa ao Hotel Avenida.
Pela manhã um passeio no Parque, voleibol, piscina de água mineral e a ressaca morta na fonte de água mineral.
Fosse Sol ou fosse Chuva, nada atrapalhava nosso domingo.
Se Sol era Parque.
Fosse Chuva era Bar.
A vida, não parecia querer mudar de lugar.
Às 11h00min já se iniciavam os trabalhos no Xodó, senão no Chuá, que era o Bar do Calil, onde se comia quibe cru ou frito e bebia cerveja gelada.
Para as crianças o melhor sorvete da Terra.
No Xodó, o Jair e o Waldomiro estavam a postos para servir.


O Paulinho da Farmácia tinha mesa cativa, a última à direita junto à única janela do bar.
Pela janela lateral vimos passar muitos carnavais que não voltam mais.
Naquela mesa em que ele se assentava sempre tomava no mínimo dez chopinhos. Daí o apelido: Paulinho Chopinho.
O Gatão chegava depois e, logo pedia um Whisky (Uísque) “Green Golden”, aquele da garrafa verde .
Três pedras de gelo e uma água mineral de garrafinha de vidro.
Logo chegava o Patinhas (Lavagem Patinhas), o Airton Javali (do carpete), o Paulinho Barra Mansa, o Gato (Roberto Guedes), o João Lício, o Nabi e o Moisés Serabion .
De vez em quando aparecia por lá o Dr. Abelardo, com a camisa do flamengo. Tomava umas duas branquinhas e divertia o pessoal com seus causos e anedotas. Dava uma banana pro povo e saia de fininho, como se nada quisesse.
Uma porção de tilápia, um espetinho xodó e toma lá um Chopin, uma caipirinha ou um “Scotch" do bom.

A vida passava tranqüila vendo caras, pernas e bocas.
Essa Caxambu era do tempo em que não havia tristeza, só alegria.
O pessoal esticava a manhã de domingo.
Alguns almoçavam um “Filet a parmegiana” outros preferiam o “Espaguete à bolonhesa” (da Xica, a Rainha da Cozinha).
Os casado iam pra casa às 13:30 (meia hora depois do permitido) e, os solteiros e separados continuavam a labuta do domingo.
Mais um Scoth, outro chope, mais uma caipirinha de pinga (de Serranos) pro Gato e outra para o Patinhas.


A esta altura do campeonato já eram 15h00min da tarde e a Lanchonete Xodó trocava de frequência. Agora era Banana Split, sorvete de baunilha ou coco em calda de chocolate, baunilha ou cobertura de “marshmallow”.
Era a hora da brotolândia invadir a tarde na cidade.
Em meio às meninas da terra, as outras do leme ao Leblon se hospedavam no Glória ou no Palace ou no Grande Hotel.

E depois do Xodó, a gente partia para a Sauna no Hotel Gloria entrando pela porta lateral, nas proximidades do Hotel Lopes.
Era hora de cortar a ressaca.
Afinal, a noite domingueira se esticava até Baependi, na Boate (boite) do Matheus.

Quando o dia amanhecia era Segunda-feira brava cheia de sol e trabalho.
A cidade era um turbilhão de alegria e, quem sabe a Segunda fosse tornar uma “Segunda Sem Lei”?

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Alvorada Festiva

Parabéns Caxambu 115 anos!
É um privilégio pra nós da Banda Alvorada comemorar esse dia Maravilhoso. 


Queria agradecer aos Músicos Mário Alcântara Marcus Felipe Dos Santos Tainá Bruno Givandalo Jose Igor.Celso Festas por disponibilizar seu carro.
E principalmente ao Caxambu Convention & Visitors Bureau na pessoa de seu presidente Kiko loesch, que em conjunto com a LIVRARIA SABOR DO SABER
MARIA HELENA IMÓVEIS
HOTÉIS CAXAMBU, UNIÃO, LOPES contribuiram com essa tradição.
Ainda bem que existem pessoas que Amam Caxambu.
Obrigado.

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